Este blog é destinado aos meus alunos do curso de turismo da UEPG. A idéia é criar um mecanismo de comunicação, discussão, sugestões de leituras e outras atividades relacionadas ao turismo e educação. Aproveitem o espaço!!!
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
certificados
domingo, 29 de novembro de 2009
Recomendação de Bolg
Boas indicações de leitura científica na área do turismo.
Valeu Marina!
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
para o primeiro ano
Elaborem um texto que discuta a relação entre a segmentação de mercado turístico e a qualidade da prestação de serviços em hospitalidade (hospedagem e alimentação). Sugestão: leiam os textos utilizados em sala de aula nas disciplinas de hospitalidade e tgt. Qualquer dúvida, falem comigo.
para o terceiro ano
O vídeo da Renata e da Raíssa está no youtube:
http://www.youtube.com/watch?v=y7cuxWixDDA
Obrigada, meninas!
terça-feira, 13 de outubro de 2009
X SESTUR
O evento será no auditório do Sepam, em Ponta Grossa, a partir das 19 horas.
Acessem: http://xsestur.blogspot.com/
Quero ver o curso de turismo em peso!
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
matéria para o terceiro ano
http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&id=931636&tit=Projeto-quer-transformar-Curitiba-na-capital-do-Natal
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Profº Américo Pellegrini Filho
http://www.youtube.com/watch?v=KDtUID1liLM
Uma pena que o apresentador não seja preparado para entrevistar este tipo de profissional....nao aproveitou muito o que ele tinha para falar e para variar ficou só na piadinha e no papo superficial.
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Curiosidade
Moradores de Chicago apoiam Rio 2016 em site
Com bom humor, página compara as duas cidades
Moradores de Chicago que são contra a realização dos Jogos Olímpicos de 2016 na cidade lançaram um site em que fazem campanha pela escolha do Rio de Janeiro, o Chicagoans for Rio. Os internautas são recebidos com a mensagem: "Seria interessante sediar a Olimpíada aqui em Chicago. Mas sabe o que seria ainda melhor? Rio de Janeiro. Deixem o Rio sediar a Olimpíada de 2016. Não não nos importamos. Honestamente."
Com bom humor, a página compara as duas cidades. Por exemplo, o Rio é a Cidade Maravilhosa, enquanto Chicago é a Segunda Cidade. O site ainda mostra um contador dos gastos com os Jogos, no qual o do Rio aparece zerado, uma vez que os mesmos não interessam aos moradores da cidade americana.
De acordo com o Chicagoans for Rio, cinco anos após os Jogos Olímpicos de Atenas, 21 das 22 instalações não são usadas. A campanha acredita que o mesmo aconteceria com a cidade.
A sede dos Jogos de 2016 será escolhida no dia 2 de outubro, em Copenhague, na Dinamarca. Além de Rio e Chicago, também estão na disputa Tóquio e Madri.
ESTA MATÉRIA ESTÁ DISPONÍVEL EM: http://www.clicrbs.com.br/esportes/rs/noticias/default,2661567,Moradores-de-Chicago-apoiam-Rio-2016-em-site.html
Às vésperas da Copa do Mundo, que vai dar o que falar, é FUNDAMENTAL que todos nós da área de turismo tenhamos conhecimento sobre os impactos positivos e negativos causados por mega eventos esportivos. A copa vai vai positiva para o Brasil? O Rio tem condições de sediar uma Olimpíada? Sugiro a leitura de LEGADOS DE MEGAEVENTOS ESPORTIVOS, com artigos de grandes pesquisadores e gestores da área. O livro está disponível gratuitamente no link: http://www.confef.org.br/extra/conteudo/default.asp?id=131
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Revista Turismo em Análise
http://143.107.93.222/ojs/index.php/turismo
leiam...aproveitem!
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Curso Gratuito a Distância
http://www.sead.ufsc.br/wp-turismo/
sábado, 1 de agosto de 2009
leitura para o segundo ano
http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&id=910677&tit=O-registro-de-uma-civilizacao-paranaense
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Leitura para o primeiro ano
http://revistas.univerciencia.org/turismo/index.php/rbtur/article/view/138/167 (leitura muito importante)
http://www.toptourturismo.com.br/2006/12/18/Pagina212.htm
http://74.125.47.132/search?q=cache:Wfshozi7h74J:asn.interjornal.com.br/noticia_pdf.kmf%3Fnoticia%3D7299861+economia+de+experiencia&cd=8&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br
http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2009/02/11/materia.2009-02-11.5327773211/view
quarta-feira, 10 de junho de 2009
terça-feira, 9 de junho de 2009
ENADE - para o primeiro ano!!!
http://www.inep.gov.br/download/enade/2006/Provas/PROVA_DE_TURISMO.pdf
sábado, 4 de abril de 2009
Educação Superior
Enade revela que universitários estudam pouco em casa e não se dedicam a atividades que não sejam obrigatórias, como a pesquisa
04/04/2009 | 03:01 | Bruna Maestri Walter
Há pouca atividade acadêmica fora das salas de aula das universidades brasileiras. A maioria dos universitários estuda o mínimo em casa, não ultrapassando duas horas por semana, e não se dedica a atividades extraclasse nem à iniciação científica. O quadro, considerado por especialistas preocupante para as áreas de pesquisa e extensão acadêmicas, foi verificado nas repostas de estudantes concluintes ao questionário socioeconômico do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), que mede o rendimento dos alunos dos cursos de graduação.
Entre 2005 e 2007, o Enade avaliou 50 cursos e procurou descobrir como se comportam os estudantes. Em 42 cursos (84% do total) o exame verificou que a maioria dos estudantes se formou sem desenvolver nenhum tipo de atividade acadêmica além daquelas obrigatórias. Com relação à iniciação científica, em 43 cursos (86%) a maioria respondeu que não se envolveu em projeto de pesquisa, por falta de interesse ou de oportunidade.
Conceitos
Confira como funcionam as atividades extraclasse dos universitários:
Extensão universitária
Ação junto à sociedade. Por meio de eventos, cursos e programas, os universitários interagem com a comunidade e disponibilizam o conhecimento adquirido nas salas de aula e nas pesquisas desenvolvidas. O objetivo é transformar a realidade social.
Monitoria
O monitor é um aluno orientado por um professor que auxilia o docente nas tarefas didáticas, como preparação de aulas e trabalhos escolares, uma espécie de assistente. A atividade pode ser tanto voluntária quanto remunerada com bolsa.
Iniciação científica
É a introdução à pesquisa de estudantes de graduação. Representa o primeiro contato com a atividade de pesquisa acadêmica por parte do aluno, que recebe a orientação de um professor.
Livros e jornais também ficam em 2.º plano
Não são só os índices de envolvimento com pesquisa e extensão que são baixos entre os universitários. A leitura de jornais, de livros, o estudo de idiomas e a ida à biblioteca também não são frequentes, segundo respostas dos estudantes concluintes que responderam ao questionário socioeconômico do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), em 2006. A maioria (38,5%) apontou conhecimento praticamente nulo de inglês e 47,8% para o espanhol. No ano em que foi realizada a pesquisa, 78,9% afirmaram não ter lido mais que cinco livros, excetuando-se os escolares; 37,7% apontaram que leem jornal algumas vezes por semana e 45,2% que usam a biblioteca da instituição com “razoável” frequência. (BMW)
Estudantes preferem o estágio
Questionados se preferem se dedicar à iniciação científica ou ingressar em um estágio, os universitários são rápidos em escolher a segunda opção, alegando maior contato com o mercado de trabalho e possibilidade de remuneração. É o caso da estudante de Arquitetura e Urbanismo Nara Mayumi Simões Flórido, que está terminando o curso. No decorrer dos cinco anos do curso teve a oportunidade de participar de iniciação científica, mas se interessou mais pela vaga de estágio em um escritório de arquitetura. “Prefiro contato profissional”, opina.
A estudante de Fisioterapia Alessandra Pereira prefere o estágio para ter mais contato com as pessoas. “Na pesquisa você está meio sozinho.” As alunas do mesmo curso Ana Carolina Schewtschik, Camila de Souza e Izaura Moreira concordam que o mercado de trabalho está querendo mais prática que teoria. “Eu teria mais interesse no estágio porque você já está na prática e durante o curso já vai ter pesquisa”, aponta o estudante de Educação Física Roger Falavinha. (BMW)
Nos cursos com baixa participação em atividades de iniciação científica, o relatório do Enade mostra que o “resultado é muito preocupante, tendo em vista que os pilares da educação superior estão baseados no entrelaçamento das atividades de ensino, pesquisa e extensão.” Diante do porcentual elevado de alunos concluintes que declararam não ter participado de nenhuma atividade acadêmica extraclasse, o documento aponta ainda a necessidade de as instituições de ensino superior investirem mais nas atividades de pesquisa, extensão e monitoria.
Os dados do Enade de 2006 apontam ainda que 56,6% dos concluintes consideram que o curso deveria ter exigido mais do aluno e 39,5% acham que a exigência foi na medida certa. Somente 3,8% opinaram que ele deveria ser menos exigente.
Horas de estudo
Em 26 cursos, a maioria dos universitários disse se dedicar ao estudos, excetuando as aulas, uma a duas horas por semana – o tempo mínimo entre as opções. Outros 22 declararam ter estudado de três a cinco horas. Somente dois cursos ultrapassam oito horas por semana: Medicina (41,2%) e Arquitetura e Urbanismo (32,3%). “Nosso curso é bem puxado. Todo dia à tarde tenho trabalho para fazer, teórico e maquete. Na semana passada cheguei às 7 horas na faculdade e fiquei até as 22h30 fazendo maquete”, aponta a estudante de Arquitetura Isabelle Schoenberger.
Estudantes ouvidos pela reportagem concordaram que uma a duas horas por semana é um tempo curto de estudo. “Estudo quatro horas por dia e sinto necessidade de me aprofundar ainda mais”, afirma a aluna do segundo período de Psicologia Maria Cristina Ferreira, que pretende se dedicar à iniciação científica. “Faço só faculdade e consigo me dedicar. Se trabalhasse, estudaria menos.” Dos 50 cursos avaliados, em 30 a maioria dos estudantes disse que trabalha.
Universidades pagas
Grande parte dos estudantes que responderam ao questionário é de universidades privadas, o que influenciou nos resultados, segundo Antônio Lisboa Leitão de Souza, coordenador do grupo de trabalho de política educacional do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN). Ele aponta que 90% da atividade de pesquisa no Brasil é feita em universidades públicas, financiada pelo Estado e com a responsabilidade de repassar à sociedade o investimento feito. De acordo com Souza, as instituições privadas “não oferecem nem priorizam, tampouco valorizam pesquisa e extensão”.
“A expansão desenfreada no fim dos anos 90 no ensino superior foi majoritariamente no setor privado e foi uma expansão meio descontrolada numa esfera privada, que não tem interesse em atividade de pesquisa. Como são instituições que têm fins lucrativos, fizeram da educação uma mercadoria e passaram a vender diplomas simplesmente”, afirma o professor. Ele critica que as instituições privadas não fazem pesquisa e não são cobradas pelo Ministério da Educação por isso.
Para Souza, todos perdem com a falta de pesquisa e extensão. O primeiro “perdedor” seria a sociedade, que receberia um profissional pouco qualificado. Já o aluno, segundo o professor, entra no mercado de trabalho com grau de qualificação aquém do que teve oportunidade e a instituição não se firma como produtora de conhecimento.
A professora aposentada da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Bartira Cabral da Silveira Grandi concorda que estudantes, professores e a comunidade são afetados pela falta de pesquisa nas universidades. Para Bartira, os alunos que conseguem bolsas de iniciação científica, que são poucas na opinião dela, adquirem uma formação diferenciada. “Eles têm uma formação mais completa. Acredito que, para aquele aluno que vai fazer mestrado e doutorado, o fato de ter feito iniciação científica o deixa mais preparado.”
Pesquisa da Associação Brasileira de Mantenedores do Ensino Superior com instituições particulares verificou que entre as universidades 91% disseram atuar em pesquisa e iniciação científica. Entre os centros universitários, 73% apontaram estar engajados nestas práticas. O estuso conclui que “por fazer parte das exigências legais da sua configuração acadêmica” as universidades têm uma estrutura bastante desenvolvida no que se refere à pesquisa e iniciação científica.
terça-feira, 10 de março de 2009
Para o terceiro ano - POT 2
Plano Nacinal - http://institucional.turismo.gov.br/arquivos_open/doc/PLANO_AQUARELA2_SITE.pdf
Plano de Portugal - http://194.65.153.232/mei/document/pent2.pdf
Plano Estadual de Turismo do Paraná - http://www.setu.pr.gov.br/arquivos/File/pdf/institucional/plano_desenv2008_2011.pdf
Plano Municipal de Ilhéus - BA - www.atil.tur.br/download/Segundo%20PET.doc
terça-feira, 3 de março de 2009
Revista Científica
A revista está disponível em PDF à qualquer interessado na página:
www.sbe.com.br/turismo.asp
NESTA EDIÇÃO:
ARTIGOS ORIGINAIS
Áreas Cársticas, Cavernas e a Estrada Real
Luiz Eduardo Panisset Travasssos, Rose Lane Guimarães & Isabela Dalle Varela
Valoração Econômica das Cavernas da Microbacia do Rio Salobra, Bodoquena-MS Como Subsídio ao Planejamento Ecoturístico
Luciana Ferreira Silva & Rafael Rodrigues Camargo
Espeleoturismo na Caverna Lapa Doce: Potencialidades Para um Turismo Sustentável no Município de Iraquara - Bahia
Rodrigo Alves Santos
Uso da Cartilha “Aventura da Vida nas Cavernas” Como Ferramenta de Educação nas Atividades de Turismo em Paisagens Cársticas
Rodrigo Lopes Ferreira, Flávio Túlio M. C. Gomes & Marconi Souza Silva
A Gruta de São Cosme e Damião e a Umbanda, Cordisburgo, Minas Gerais
Luiz Eduardo Panisset Travassos, Aurino José Góis, Rosa Lane Guimarães & Isabela Dalle Varela
Grutas, Religião e Cultos: Exemplos de Portugal
João Forte, Sérgio Medeiros, Gustavo Medeiros, Carlos Ferreira, Rita Lemos, Hugo Mendes, Cláudia Neves, Pedro Alves, Eduardo Guedes & Paulo Barcelos
RELATOS DE EXPERIÊNCIAS
Speleotourism in Peninsular Malaysia
Liz Price
RESUMOS DE TESES E DISSERTAÇÕES
O Lado Escuro do Paraíso: Espeleoturismo na Serra da Bodoquena, MS
Heros Augusto Santos Lobo
Características, Práticas e Motivações dos Visitantes de Cavernas
Marcelo Augusto Rasteiro
CHAMADA DE ARTIGOS PARA A PRÓXIMA EDIÇÃO
Para a próxima edição (vol. 2, n. 1), do mês de junho de 2009, a temática geral da revista será o GEOTURISMO e dois membros de nosso Conselho Editorial foram convidados como editores especiais, o prof. Dr. Marcos Antonio Leite do Nascimento e a profa. Dra. Úrsula Ruchkys de Azevedo, que fazem uma breve apresentação do tema:
“Nos últimos anos, mesmo de forma tímida, vem se tomando conhecimento no Brasil de um segmento do turismo de natureza que dá ênfase ao patrimônio geológico e toda a sua geodiversidade (fenômenos e processos que dão origem as rochas, minerais, fósseis e solo), o chamado Geoturismo.
Esse já vem sendo desenvolvido há muito tempo em países da Europa e EUA, e no Brasil começa a dar seus primeiro passos. Eventos estão sendo promovidos, a exemplo do Simpósio Monumentos Geológicos, Geoconservação e Geoturismo/Geoparks (que ocorreu durante o 44º. Congresso Brasileiro de Geologia, em Aracaju/SE), bem como da Sessão Temática Geoturismo no II Simpósio de Geografia Física do NE (em João Pessoa), entre outros.
A oportunidade de discutir e apresentar o que está sendo realizado pelo Brasil permitirá compreender melhor esta atividade de turismo e possibilitará uma maior divulgação, bem como amadurecimento e discussão sobre esse segmento”.
O prazo final para envio de originais para a próxima edição é dia 30 de Abril de 2009.
As normas para confecção e submissão de originais, bem como todas as edições da revista, estão disponíveis na página:
www.sbe.com.br/turismo.asp
Livro: Legados de Megaeventos Espotivos
http://www.confef.org.br/arquivos/legados/Livro.Legados.de.Megaeventos.pdf
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
base de dados em turismo
http://www.periodicosdeturismo.blogspot.com/
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Revista Eletrônica do Centro de Estudos do Imaginário
http://www.cei.unir.br/artigos.html
Carnaval
Curitiba pode ser destino anticarnaval
Publicado em 26/02/2009 | Paola CarrielO movimento de turistas em Curitiba durante o carnaval foi baixo, mas dentro do esperado. Nos hotéis, a lotação ficou em 40% e as visitas à Torre da Telepar cresceram apenas 5% em relação ao ano anterior. Turistas e os moradores que ficaram na cidade aproveitaram para curtir os parques e atrações culturais alternativas. Para especialistas do setor, a cidade pode se tornar um destino para quem não gosta de samba e da festa popular e deseja curtir o feriado com tranquilidade. Apesar do potencial, não há iniciativas previstas do poder público para incentivar esse tipo de turismo.
A turismóloga Renata Ribeiro, diretora do curso de Turismo da Pontifícia Universidade Católica do Paraná, afirma que Curitiba tem potencial para atrair o público que não gosta da festa, primeiro porque não tem tradição e segundo porque possui uma boa infraestrutura de serviços como transporte e rede hoteleira. “Os parques da cidade estavam lotados neste feriado. Além dos festivais alternativos, há um turista que não busca a praia porque tem problemas como engarrafamentos e filas. Curitiba poderia aproveitar essa corrente de pessoas que preferem outro tipo de turismo”. Ela diz que a cidade poderia ter uma programação cultural diferenciada, incentivar o turismo da terceira idade e de famílias. “É um grande público que poderíamos captar para esta época do ano”.
A professora universitária Adriana Amaral diz que a cidade deveria ser a capital do anticarnaval. Ela não gosta da data porque não simpatiza com o samba. “Fui no Psycho Carnival, saí com amigos, vi filmes”. Adriana conta que dez amigos de Porto Alegre vieram curtir o feriado alternativo em Curitiba. “Se não morasse aqui viria para cá. A cidade fica mais vazia e melhor de passear. A prefeitura deveria investir muito mais no não-carnaval do que no carnaval”, brinca.
Nos hotéis Pestana e Bourbon, ambos na capital, a movimentação de hóspedes foi mais baixa que em outras épocas do ano. O turista que veio a Curitiba era adulto, estava acompanhado da família e veio em busca de tranquilidade. No tradicional restaurante Madalosso, o carnaval é o segundo feriado do ano que mais traz pessoas de fora, perdendo apenas para o fim do ano.
sábado, 21 de fevereiro de 2009
Revista Turismo, Visão e Ação
http://siaiweb06.univali.br/seer/index.php/rtva
Turismo Sexual
Parte 1
http://www.youtube.com/watch?v=7n26DWnbFuo
Parte 2
http://www.youtube.com/watch?v=NWA8ZzSogGY&feature=related
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Eventos Científicos 2009
ENTBL - 18 a 21 de agosto (Rio de Janeiro e Niterói-RJ)
ANPTUR - 10 e 11 de setembro (São Paulo-SP)
SIT - 06 e 07 de novembro (Curitiba-PR)
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Turismo de Saúde
26/08/2008 - 10h12
Hospitais investem para transformar SP em pólo de turismo de saúde
FLÁVIA GIANNINI
da Revista da Folha
O designer londrino Josh Jr., 28, curtiu o penúltimo dia de férias batendo perna na Oscar Freire. A tarde de compras fechou um roteiro que incluiu o recém-inaugurado shopping Cidade Jardim. Ele visitou ainda a Pinacoteca, o Masp, o Museu da Língua Portuguesa e o MAM, além de assistir a um musical e a duas peças.
Não se trata de um mero visitante explorando as opções culturais e de compras em São Paulo. Ele gastou em média US$ 1.100 por dia na cidade, quase dez vezes mais que os US$ 120 de um turista comum. O destino principal de Josh nos 20 dias que esteve no Brasil foram os consultórios médicos.
Josh escolheu São Paulo para um tipo de turismo que metrópoles de todo o mundo disputam ferreamente: o de saúde. A Organização Mundial de Turismo (OMT) projeta que o segmento deve movimentar cerca de US$ 60 bilhões, entre 2012 e 2015. O Brasil entra nessa briga contra gigantes como a Tailândia, uma das líderes do setor, que chega a faturar US$ 500 milhões por ano com o turismo médico.
| Beatriz Toledo/Folha Imagem |
| Londrino Josh Jr. vai das compras ao consultório da cirurgiã plástica Luciana |
"Os profissionais brasileiros são mais atenciosos que os de Londres", compara Josh, que fez check-up com cinco especialistas. O primeiro foi um ortopedista para cuidar de um antigo problema no joelho.
No oftalmologista, foi avisado de que precisava de lentes novas. Do dentista ouviu que não era o caso de fazer clareamento nos dentes, mas de uma simples limpeza. Passou ainda em uma dermatologista. Acabou no centro cirúrgico. Fez uma rinoplastia, operação plástica de nariz que vinha planejando há anos.
Consultas, exames e cirurgias foram o programa de férias de cerca de 50 mil estrangeiros que desembarcaram no país em 2006. Faltam estatísticas atualizadas, mas o aumento no número de pacientes estrangeiros é confirmado pelo movimento em hospitais e clínicas paulistanas que desfrutam de excelência internacional. O Hospital Israelita Albert Einstein, que em 2006 atendia cerca de 200 pessoas vindas do exterior por mês, neste ano, viu a média subir para 300.
Para receber uma clientela exigente e disputada, São Paulo começa a acordar para a profissionalização do turismo médico. Josh, por exemplo, saiu de Londres assessorado pela Prime International, empresa especializada no receptivo de estrangeiros em busca de atendimento médico fundada em 2006. "Eles resolveram todos os meus problemas", conta Josh.
Recebido no aeroporto de Guarulhos por um funcionário da Prime, logo no desembarque, ele ganhou um celular habilitado para seu uso exclusivo durante a temporada turístico-hospitalar. Pelo telefone, Josh recebia informações sobre o horário das consultas pré-agendadas pela empresa. Ficava sabendo quando o resultado de cada exame saía do laboratório para a mesa do médico. "Contratei uma espécie de mãe", diz ele, que desembolsou R$ 400 pelo serviço, fora os extras com motorista e enfermeira particular.
Josh deixou no país um total de US$ 22 mil, se computados todos os gastos --de ingressos para shows aos custos médico-hospitalares e de hospedagem. Entre uma consulta e outra, o turista/paciente cumpriu um roteiro personalizado. O receptivo fez todas as reservas, comprou ingressos (entregues no hotel) e providenciou transporte na hora marcada. "Recebi os ingressos de 'Miss Saigon' no quarto", agradece Josh.
A Prime é uma das pioneiras desse novo setor. A empresa oferece atendimento 24h para socorrer o cliente em qualquer situação, com enfermeiras bilíngües, chefs de cozinha (para dietas especiais) e até segurança particular. "A pessoa viaja pensando na cirurgia e não precisa de outras preocupações", resume Mariana Palha, coordenadora da Prime, que atende uma média de 12 pacientes por mês.
De olho no potencial desse nicho, há dois anos, a Apex (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) firmou parceria com seis instituições brasileiras para divulgar no exterior o setor de saúde. Entre os participantes do Consórcio Saúde Brasil estão os hospitais Samaritano, Sírio-Libanês e HCor. Foram gastos R$ 1,3 milhão em propaganda.
O Sírio-Libanês investiu outros R$ 1,6 milhão na criação de uma divisão para estrangeiros. A aposta tem garantia de retorno: esses pacientes já representam 5% do caixa do hospital deste ano, contra 0,5% em 2007. Já o Hcor investiu no quadro de funcionários e viu as internações de estrangeiros crescerem 83% em 2008. Tem uma hostess para atendê-los. A instituição cadastrou as habilidades em línguas de todos os seus funcionários da área de segurança à enfermagem.
Dólar X real
"Os altos preços dos serviços médicos nos EUA e na Europa impulsionam esse mercado", afirma o presidente da Associação Nacional de Hospitais Privados, José Antônio de Lima. Mesmo com a desvalorização do dólar frente ao real, incluindo passagem e hospedagem, o serviço médico no Brasil ainda é mais barato.
A economista americana Patty Prestton, 24, fez as contas. Ponto para São Paulo, incluída no roteiro de 30 dias de férias de mochila nas costas com mais duas amigas e a irmã por várias cidades da América do Sul. Os nove dias na capital paulista fecharam a viagem com uma cirurgia plástica. Patty colocou 250 ml de silicone. Gastou R$ 6.800, cerca de um terço do que pagaria no seu país. "Eu me surpreendi com o valor da cirurgia, bem mais em conta que nos EUA", diz Patty, que vai passar o Natal com "seios novos".
Como o tempo mínimo de repouso é de oito dias, ela só poderia ter feito o procedimento durante as férias, em julho. "Não queria desmarcar a viagem, então conciliei as duas coisas", explica ela, que conseguiu manter o espírito de turista até a véspera da cirurgia, em 25 de julho. Patty se despediu das amigas de viagem em um bar da Vila Madalena.
A comunidade médica vê com cautela a associação de turismo e saúde. Para eles, o tratamento está em primeiro lugar e não pode, em hipótese nenhuma, ser posto em segundo plano. "O paciente não pode fazer uma cirurgia e ir direto para a balada, sem respeitar o tempo de recuperação", alerta a cirurgiã-plástica Luciana Pepino, que fez a rinoplastia em Josh. "Não dá para viajar com cirurgia marcada. Só no consultório, eu bato o martelo sobre a viabilidade do procedimento, como e quando será feito."
A explicação do sucesso brasileiro entre estrangeiros poderia ser o somatório de preços atrativos, bons profissionais e clientes dispostos a embarcar na aventura. Mas não é só. Alguns centros brasileiros de reprodução assistida, por exemplo, têm taxa de sucesso até 20% superiores que de seus pares europeus. "A nossa tecnologia está mais desenvolvida, e as pesquisas em reprodução humana têm avançado com mais rapidez aqui", atesta Paulo Serafini, da Clínica Huntington, em São Paulo, que atrai européias que poderiam até fazer o tratamento de graça em seus países.
Útil ao agradável
A legislação nacional mais flexível também colabora. Vários países europeus só permitem.u a fertilização com apenas dois embriões por tentativa, enquanto no Brasil, o limite são quatro. "Os casais que querem engravidar buscam resultados", resume o especialista em reprodução humana Roger Abdelmassih. Na clínica que leva o seu nome, 10% dos ciclos de fertilização in vitro são feitos em pacientes estrangeiras.
Como o processo de fertilização exige paciência do casal, combinar tratamento e turismo parece perfeito. "Ao unir o útil ao agradável, a vantagem do Brasil em relação a outros grandes centros mundiais de reprodução humana fica maior", diz Abdelmassih.
Para a professora libanesa Alia Abed Ali, 27, e seu marido, o dentista Youssef Tehini, 42, o Brasil era a chance de realizar o sonho de ter filhos. Depois de uma tentativa frustrada na Noruega, onde mora, o casal ouviu dos médicos de lá que a gravidez era improvável. Eles decidiram procurar especialistas brasileiros. Concebida em São Paulo em 2005, Reba, a filha do casal, acaba de completar dois anos.
Animados com o resultado, planejaram mais três crianças. O plano começou a ser colocado em prática em junho, quando Alia retornou ao Brasil para um novo tratamento. Foram implantados três embriões no seu útero. Há poucos dias, ela soube que está grávida de mais uma "brasileirinha" ou "brasileirinho".
Nos países de língua portuguesa, a medicina brasileira faz sucesso há algum tempo. O relações-públicas angolano Paulo Kabanga, 30, passou três meses em São Paulo para tratar um quelóide na nuca com a dermatologista Ligia Kogos. Paulo foi lutador de boxe até os 25 anos. De tanto raspar a cabeça para as lutas, desenvolveu o problema que o obrigou a usar boné até o mês passado, quando saiu da clínica sem o acessório, pela primeira vez em 12 anos.
Paulo tentou todo tipo de tratamento em Luanda, onde mora. Chegou a se consultar com médicos em Portugal. Escolheu ser operado por uma brasileira por achar que os médicos daqui são muito mais especializados e atenciosos. "Aqui, explicam tudo com detalhes, mostram fotos e fazem milhões de perguntas. Nunca tinha sido tratado assim antes."
Antes da cirurgia, passou uma semana no Guarujá. Em dezembro, ele volta ao Brasil em férias com a mulher e os filhos, e aproveita para fazer um check-up.
Potência mundial
O Brasil também é referência na América do Sul. "Avaliamos vários países. Ao final, o Brasil tinha os melhores profissionais e técnicas de cirurgia cardíaca pediátrica", conta o engenheiro venezuelano Eduardo Javith, 37, pai de Elisa, que corria risco de morte quando veio a São Paulo, em maio, para tratar uma doença grave na válvula mitral do coração.
O pai se emociona ao dizer que se a filha acaba de completar oito meses é graças aos médicos brasileiros. "O Brasil é uma potência em cardiologia", diz Arlindo Rizzo, cirurgião cardíaco que operou a criança.
A cirurgia plástica continua liderando o ranking de procura por estrangeiros. Além da fama de Ivo Pitanguy, as técnicas brasileiras contam com a beleza natural como aliada. Foi a possibilidade de conhecer belas praias e, ao final, voltar para casa com o visual repaginado que trouxe a editora de livros francesa Carole Martelli, 28, ao Brasil para um período sabático de seis meses.
Carole separou bem as duas atividades. "Tem que ter responsabilidade e seguir as orientações médicas", diz a francesa, que antes da cirurgia visitou Rio, Paraty, Campo Grande e o Pantanal. Após o giro, ela "estacionou" em São Paulo por dois meses para se preparar para a intervenção plástica. "Os melhores centros médicos do Brasil estão aqui", justifica ela, que se internou no hospital Albert Einstein.
Depois de uns 15 dias de repouso na casa de amigos nos Jardins, Carole voltou a curtir a cidade. "Adoro a efervescência da Augusta e fazer compras no centro", diz ela, na pele de turista que retornou à Europa com a mala cheia de pechinchas da rua 25 de Março. E com nariz novo.
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
Curso gratuito on line (Mtur)
As inscrições, que iniciam hoje, dia 16 de janeiro de 2009, encerram no dia 15 de fevereiro. Para se inscrever, você deve preencher seus dados no formulário disponível em http://inscricoes.sead.ufsc.br/turismo2.
Para mais informações sobre este Curso acesse regularmente o Portal on-line em http://www.turismo.gov.br/ead.
Inscreva-se! Participe!
SEaD - Secretaria de Educação a Distância
UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina
